Conteúdo do livro
A vida seria menos difícil se a história fosse escrita na areia da praia, onde o vento sopraria para longe os traumas, a vergonha, a condenação social, as más lembranças, a indignidade e o abandono. Em Casas de Chá, temos um relato sensível, profundo, nutrido com esperança, de como o evangelho atua numa realidade da qual desviamos o olhar. Doze mulheres convidam-nos a conhecer as suas histórias e permitem-nos ver como, no meio da morte, o evangelho faz brotar vida.
— Ziel J.O. Machado, vice-reitor do Seminário Teológico Servo de Cristo e pastor na Igreja Metodista Livre, em São Paulo
Casas de Chá é um livro impactante. Baseia-se em entrevistas com mulheres que, presas a uma vida de prostituição e abuso, experimentam humilhação e desesperança. Só pessoas chamadas por Deus, com atitudes semelhantes às de Jesus, sem superioridade ou moralismo, mas com amor perseverante, podem ser usadas para transformar vidas como essas.
— Antonia Leonora van der Meer
Casas de Chá é um livro cheio de emoção. Ler sobre mulheres que tiveram partes da vida quebradas, mas que encontraram luz e dignidade no Pearl Family Garden – um lindo ministério em Taiwan –, me enche de esperança e gratidão. Minha leitura foi entre lágrimas e orações por mais portas abertas para ministérios que alcançarão outras Rainbow, Yuan, Fanny, e glorificarão a Deus.
— Andrea Espirito Santo Barrett, assessora de salvaguarda infantil na Keeping Children Safe e coordenadora do Departamento de Proteção à Criança na AMTB
Casas de Chá é uma leitura comovente que nos convida a um mergulho profundo na humanidade de mulheres que viveram à margem da sociedade taiwanesa. Mostra-nos como uma comunidade empática e acolhedora pode demonstrar a força transformadora do evangelho e a esperança de um novo recomeço, redimindo passados difíceis e oferecendo dignidade.
— Cassiano Luz, diretor executivo da Aliança Cristã Evangélica Brasileira e da SEPAL
Este livro mostra como o amor de Deus alcança até os lugares mais improváveis, trazendo fé, cura e esperança para mulheres que aprenderam a recomeçar.
— Emiliano Cambuim, coordenador nacional do Vocare