Há caminhos que só se compreendem à luz da presença de Deus.
Marias: Entre Brasil e Portugal é um testemunho vivo de como o Senhor se revela nas estações mais inesperadas da vida. Entre perdas, recomeços e travessias, Arlete Castro conduz-nos por histórias marcadas pela dor, mas também pela graça que sustenta, transforma e redime.
Cada “Maria” é um reflexo de tantas vidas tocadas por Deus — mulheres comuns, com lutas reais, que descobrem, no meio das suas fragilidades, a fidelidade de um Pai que nunca abandona. Neste percurso entre o Brasil e Portugal, a autora partilha não apenas memórias, mas sinais claros de um Deus presente, que trabalha no silêncio e faz florescer esperança onde parecia não haver futuro.
“Eis que faço uma coisa nova; agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto e rios no ermo.”
— Isaías 43:19
Este não é um livro para ser apenas lido, mas para ser vivido. Um convite a confiar, mesmo quando não entendemos; a permanecer, mesmo quando dói; e a reconhecer que, em todas as coisas, Deus continua a escrever histórias de redenção.
Porque, mesmo nos desertos, há um Deus que guia, sustenta e faz nascer vida nova.
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Este não é um livro de prateleira, mas sim daqueles que, depois de lido, apetece oferecer a alguém. Mais do que uma narrativa, esta história é um poema de vida que irá mexer no íntimo da alma e, de algum modo, tocar histórias que se parecem com a nossa. Esta não é uma leitura apressada. Lê-se com emoção, não pela paixão de um romance suave, mas pela verdade de quem vive o que escreve, todos os dias. Privilégio meu ter a Arlete ao meu lado e por isso tenho certeza de que este livro vai ficar. Amo-te. -- Pr. Luiz Castro. (esposo e companheiro de vida)
O livro que está em suas mãos, conta a história envolvente de uma menina que entre sorrisos, lágrimas e medos, silêncios, melodias perfumadas, e dança na chuva, que se vai descobrindo e construindo-se na vontade de dar a volta ao mundo, até chegar à mulher, encorajada a voar pelo companheiro de uma vida, e abraçada por um Pai, que se revela e constrói, quer nos momentos de doença e fragilidade, quer no alcance dos sonhos e na força que em Deus sempre está assegurada. Obrigada, Arlete, por esta excelente obra! -- Bertina Tomé. Psicóloga Clínica e escritora.
Trata-se de uma obra verdadeiramente marcante, cuja leitura se desenrola com leveza, fluidez e uma sensibilidade que toca o íntimo. A Arlete atravessa perdas e caminhos dolorosos com uma honestidade comovente, permitindo que o leitor não apenas compreenda, mas sinta — quase na pele — as angústias e transformações que apresenta. Há algo de profundamente humano e terapêutico na forma como ela acolhe a dor e a converte em reflexão. As mudanças inevitáveis da vida são abordadas com lirismo e coragem, revelando, em cada página, a beleza das renovações que surgem mesmo nos momentos mais difíceis. Foi uma leitura que me emocionou intensamente e por isso recomendo vivamente. -- Esther Carrenho. Psicóloga Clínica.
Não estava à espera desta narrativa, talvez porque tenha visto a Dor acompanhar a Arlete mais de perto nos últimos anos. Ainda assim, percebo agora que ela sempre esteve presente, silenciosa e persistente, e que este livro é, afinal, a sua redenção. A Arlete surpreendeu-me. A construção dos caracóis e das saias de pregas fez-se de ausências e de mudanças, de exaltações e esvaziamentos, como quem aprende a habitar o próprio corpo e o tempo que lhe é dado. A redenção levou-me até ao fim. Quis segui-la até onde fosse capaz de ir. A Arlete redimiu os desafios que Deus a fez atravessar: os desertos, os gólgotas, as noites longas sem resposta. “Debaixo dos caracóis dos teus cabelos, há uma história para contar de um mundo tão distante...” e, afinal, tão próximo. “Debaixo dos caracóis dos teus cabelos,
mora um soluço e a vontade de ficar mais um instante”. Soube-me a pouco e soube-me a tanto. Fico grato pela confiança e pela partilha dos espelhos das Marias e também porque a doçura das palavras é o selo da tua identidade. Foste criada pela Palavra doce, e este livro é a verbalização dessa doçura. -- João Lino, (Joca). Coordenador da Touch Peace Portugal
Ler Marias entre Brasil e Portugal foi uma experiência de reconhecimento. Embora eu não seja uma “Maria”, encontrei-me muitas vezes nas suas páginas, seja no medo antigo que aprendemos a calar, mas que atravessa a vida inteira, seja na intuição de que a existência só faz sentido no nós, nunca apenas no eu ou ainda num tipo de fé que não nega as perguntas, mas nos ensina a caminhar com elas. Este é um livro sobre a vida como ela é, com suas fragilidades, travessias e silêncios, escrito com uma honestidade, profundidade e humanidade que não são comuns. Ao narrar a sua própria experiência, Arlete dá voz a muitas, nomeando
o essencial, aquilo que não se vê com os olhos, mas que sustenta tudo. Servir com Arlete por tantos anos, lidando juntos com crises e dilemas humanos tão profundos, tem sido para mim uma expressão concreta do cuidado de Deus e um aprendizado constante, o que torna esta leitura ainda mais verdadeira e necessária. -- Cassiano Luz. Diretor Executivo da Sepal – Servindo aos Pastores e Líderes e Diretor Executivo da Aliança Evangélica Brasileira.
Nessa bela peça autobiográfica, Arlete, com coragem, poesia e delicadeza, recebe o leitor no seu mundo feminino, onde as Marias são protagonistas discretas num mundo marcado pela dureza e pela violência. Arlete é a Maria bailarina que costura a vida dançando, ora insegura e temerosa, ora destemida e valorosa; sempre convidando outras ao ballet da existência humana. Uma obra emocionante e necessária, especialmente para aqueles que experimentam vivências transculturais, quando as solidões ganham contornos exponenciais e os medos parecem sufocar os amores. O final da obra, guarda uma surpresa que revela a integridade da
autora e também nos desafia e encoraja a perseverar vivendo e a confiar nAquele que esteve e estará conosco todos os dias, até a eternidade. -- Daniel e Erica Souza. Terapeutas de Casais. Mentores, Amigos no Reino.
Neste livro, Arlete compartilha não apenas a sua história, mas a de tantas mulheres/Marias, brasileiras, portuguesas, interculturais, e sua busca por identidade e espaço no mundo. Com um relato sensível e poético, ela toca o âmago da alma humana. É quase impossível não se identificar e se emocionar. Arlete, que bom que você aprendeu a "voar" e nos brindou com uma experiência tão impactante. -- Francisca Klockner. Psicóloga Clínica. Professora Universitária.
Este livro é parece pequeno, mas é grande! Exige uma leitura demorada, quase contemplativa. Ao longo das páginas, eu não estava a ler histórias, mas estava sim, a ser escutado por elas, como se a minha própria vida também estivesse ali a ser dita, refletida nesse espelho. Este livro confronta-nos com a exigência profunda do exercício de viver. Durante esta leitura tive vários momentos em que precisei parar, para sentir, parar para escutar, e às vezes até parar para ser escutado, como se alguém me estivesse a ouvir. Porque não há como o ler apenas com a mente, mas com o coração, a memória e a fé. No fim, fica a sensação de um ponto de partida, em que a travessia faz parte da resposta e desperta em nós a vontade de a experimentar. -- André Silva. Coordenador de Recursos Humanos na Abla -
Associação de Beneficência Luso Alemã.
Desde os primeiros parágrafos, este livro convida o leitor a mergulhar nas suas páginas, tocado pela sensibilidade com que Arlete expressa sua experiência. Uma linda história de verdade e descoberta, percorrida ao longo do Caminho. Uma vida refletida na entrega, no amor a Deus e ao próximo, e no encontro profundo consigo mesma. -- Ludmila Brito Psicóloga Clínica.
Entre tantas Marias, algumas silenciosas e quase invisíveis, outras expostas às luzes da vida surge esta Maria sonhadora que, com sensibilidade e firmeza, maneja a palavra como quem cuida de feridas com ternura e verdade. A sua escrita revela não apenas virtude e fé, mas uma rara capacidade de transformar experiência em esperança, dor em reflexão e memória em caminho de restauração. Tem sido a Arlete, instrumento de inspiração e de cuidado, tocando vidas não só em Portugal, mas em diferentes geografias onde a alma humana também procura sentido e cura. Esta obra, que recomendo com sincero apreço, é um convite a reconhecer a beleza e a profundidade das histórias que carregamos e que certamente encontrará eco no seu coração. Rubinho Pirola - escritor e cartoonista ítalo-brasileiro e
lusitano de coração. Diretor da Radio Transmundial de Portugal